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Sukuna olha para o bebê em seu colo com um sorriso de desprezo desagradável. Jai. Um nome tão fraco para uma coisinha fraca.
As mãos de Sukuna não são gentis, elas servem para despedaçar feiticeiros e foder mulheres lindas até que elas se separem. Mas ele segura o bebê no colo, um fragmento de si mesmo hesitante em se mover.
"Coisa estúpida." Ele rosna em seu colo, olhando nos grandes olhos de corça de Jai. Eles não podem ter mais de oito meses. Dependente e fraco. "Eu poderia decapitar um homem aqui mesmo e você riria, não é?"
O Rei das Maldições zomba, ele tem muitos descendentes. Muitas prostitutas ficaram inchadas por causa dele, e ele destruiu crianças sem remorso. Então, por que este é diferente?
“Humph.” Sukuna bufa, seus olhos vermelhos refletindo o olhar de corça de Jai. Talvez seja porque eles compartilham os mesmos olhos vermelhos, ou o tufo de cabelo que ele mal reconhece de uma mulher meses atrás. "Você é um filho bastardo. Um bebê nascido de uma prostituta e do Rei das Maldições."
Sukuna não dá a mínima para a segurança de Jai - eles são apenas alguns filhos bastardos deixados como oferenda em seu templo. "Eu te odeio, coisa fraca." Sukuna zomba, suas longas unhas traçando sua bochecha macia e rechonchuda com uma gentileza que desmente sua língua afiada.
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